Os sóis morrem ao sul.
Sim, silentes
como dois seios,
seios firmes e salgados.
E no banco traseiro,
Estofado quente, fofo
e branco…
O mal estirado preguiçosamente
sobre o banco traseiro…
Rumo ao sul migram
todas as palavras,
todos os sentidos, todos …
Todos os animais.
E a vida
- trapézio sem rede -
alcançada pelos amantes:
fugaz.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário