sexta-feira, 30 de maio de 2008

Os sóis morrem ao sul.
Sim, silentes
como dois seios,
seios firmes e salgados.
E no banco traseiro,
Estofado quente, fofo
e branco…
O mal estirado preguiçosamente
sobre o banco traseiro…

Rumo ao sul migram
todas as palavras,
todos os sentidos, todos …
Todos os animais.

E a vida
- trapézio sem rede -
alcançada pelos amantes:
fugaz.

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