Terra crua,
revolta,
cheiro molhado, morno,
esperando o ar de outono
cobri-la de orvalho fresco.
Peço por deitar meu corpo
na tua carne aberta,
peço por sentir o sopro
da tua pele na minha.
e assim, Terra,
deitado no meio do mundo,
dentro de teu giro no vazio escuro,
me sinto sozinho
em ti…
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário