o tecido trançado veste a pele ainda molhada pelo banho,
os longos cabelos negros caem pesados sobre os ombros nus.
músculos rijos, morenos. seios acariciam o algodão …
somente o vestido cobre o corpo,
as pernas soltas, o ar entre as pernas, o perfume de tuas pernas…
ainda deitado, penso nos seixos negros dos jardins secretos.
vejo tantos desejos em teus finos olhos negros.
pela janela
amanhece em Tokyo, anoitece em minha terra…
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Um comentário:
Este poema eu adoro!
Precisa vir novamente ao Escrevivendo para nos contar sobre 'o que é ser um poeta'. Da última vez sua palestra foi um enorme sucesso.Além escrever bem, expõe muito claramente suas idéias.
Karen Kipnis
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